Afetado pela crise política, o Brasil continuou afundando em termos de competitividade e aparece na terceira pior posição entre 63 países no Relatório Global de Competitividade Global 2017. Ao mesmo tempo, o País é visto como o segundo mais corrupto entre todos os pesquisados, atrás apenas da Mongólia e da Venezuela.

O relatório elaborado pelo IMD, uma das mais reputadas escolas de administração do mundo, sediada em Lausanne (Suíça), aponta queda pelo quinto ano consecutivo da competitividade do Brasil. A maior economia da América Latina ocupa agora a 61ª posição – enquanto no ano passado estava na 57ª.

O IMD faz o ranking usando 260 indicadores, sendo dois terços de dados como emprego, comércio exterior, custo do capital e outros. O outro terço vem de 6.250 respostas a uma sondagem junto a executivos internacionais, para medir a percepção deles sobre questões como corrupção, meio ambiente e qualidade de vida nos países.

Em termos de eficiência governamental o Brasil aparece na 62ª posição, a segunda pior do ranking global, também atrás somente da Venezuela. Um dos componentes desse indicador é “propina e corrupção”, com o Brasil também aparecendo como o segundo pior entre os 63 países.

O Brasil registra também um fluxo sustentável de IDE (Investimento Direto Estrangeiro), na comparação internacional. Ou seja, na medida em que a situação política se estabilizar, o potencial de retomada da economia é reconhecido. Além disso, o país continua aparecendo relativamente bem em termos de eficiência dos negócios (49ª posição).

Os países mais competitivos do mundo são os conhecidos de sempre: Hong Kong, Suíça, Cingapura, EUA e Holanda. (AG)

FONTE: Portal O Sul

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